Tempos livres

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Pax Vobis...


A Paz esteja convosco…

«Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas (…), veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco.» Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós.» Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo.»» (cf. Jo 20)


Sobre a Igreja nascente – Esposa de Cristo -, fundada sobre os Apóstolos, o Senhor sopra o Espírito Criador . Nos Apóstolos reunidos está representada toda a Igreja orante e toda a Humanidade que espera a vinda do Senhor. Após a efusão do Espírito o Senhor envia os seus discípulos dois a dois, envia-os a dar testemunho da Boa Nova, envia-os para o mundo que é cruel e voraz, e adverte-os dos perigos e contrariedades da missão, no entanto assegura-lhes que estará sempre com eles até ao fim dos tempos e que todo aquele que der testemunho da Verdade, será salvo porque conheceu a Verdade e as suas obras serão grandiosas.


Como é maravilhoso este acontecimento em que Cristo envia o Seu Espírito, aquele Espírito que pode renovar a face da terra, Espírito esse que pairava sobre as águas como refere o livro dos Géneses. Todo aquele que recebe o Espírito torna-se homem novo…



Mas o Espírito Santo por si só não pode fazer tudo, é necessária vontade e disponibilidade da nossa parte para realizar esses feitos grandiosos e levar ao mundo uma mensagem de esperança e de Paz. A paz não é ausência de conflitos bélicos, é antes aquela paz de que fala Isaías, «o lobo viverá com o cordeiro, e a pantera dormirá com o cabrito». Assim será na Jerusalém Celeste, onde o Senhor vive e reina, porque destruiu as cadeias da morte resgatando-nos com o Seu Sangue.


Vinde, ó Santo Espírito, vinde Amor ardente, acendei na terra vossa luz fulgente.


Abrasai durezas para os caminhantes, animai os tristes, guiai os errantes.


Vossos sete dons concedei à alma do que em Vós confia: Virtude na vida, amparo na morte, no Céu alegria.



Abraço,

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