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Mensagens

Nossa Senhora do Carmo...

Celebramos hoje a memória de Nossa Senhora do Carmo.

Morte...

Há dias enquanto navegava, http://criticanarede.com/ , encontrei este excerto sobre a morte, que partilho convosco. "A ideia de que, num sentido mais amplo, mesmo uma vida feliz é absurda costuma ser apoiada por duas ideias. Uma delas é que vamos morrer inevitavelmente; a outra é que o universo nos é indiferente. Examinemos separadamente estas ideias. Que atitude deveremos ter em relação à nossa mortalidade? Obviamente, isso depende do que julgamos que acontece quando morremos. Algumas pessoas acreditam que irão viver para sempre no paraíso. A morte, portanto, é como mudar para uma casa melhor. Se acreditamos nisto, devemos pensar que a morte é boa, pois ficaremos melhor depois de morrermos. Aparentemente, Sócrates tinha esta atitude, mas a maior parte das pessoas não a tem. A morte pode ser, pelo contrário, o fim permanente da nossa existência. Se assim for, a nossa consciência extinguir-se-á e será o nosso fim. É importante compreender o que isto significa. Algumas pessoas pare...

"Caritas in veritate"...

O amor na verdade — caritas in veritate — é um grande desafio para a Igreja num mundo em crescente e incisiva globalização. O risco do nosso tempo é que, à real interdependência dos homens e dos povos, não corresponda a interacção ética das consciências e das inteligências, da qual possa resultar um desenvolvimento verdadeiramente humano. Só através da caridade, iluminada pela luz da razão e da fé, é possível alcançar objectivos de desenvolvimento dotados de uma valência mais humana e humanizadora. A partilha dos bens e recursos, da qual deriva o autêntico desenvolvimento, não é assegurada pelo simples progresso técnico e por meras relações de conveniência, mas pelo potencial de amor que vence o mal com o bem (cf. Rm 12, 21) e abre à reciprocidade das consciências e das liberdades. in Carta Encíclica "caritas in veritate" de Bento XVI (nr. 9)

Amar e sofrer...

«Quando se pode sofrer e amar Já se pode muito. Pode-se o mais que se pode neste mundo. Sentimos que sofremos; Nem sempre sentimos que amamos Mas sabemos que queremos amar; E querer amar já é amar. Parece-nos que nunca amamos bastante, Mas Deus que conhece O barro de que somos feitos E nos ama ainda mais que uma mãe ao seu filho Disse-nos que não havia de rejeitar Nenhum dos que vêm a Ele». Carlos Foucauld

Parece que somos todos mestres...

Senhor, Se fôssemos mestres em todas as ciências, incluindo a Tua, onde estariam os que deveríamos ensinar? Mas vê bem, Senhor, a nossa toleima. Vivemos um tempo, em que parece, que somos todos mestres, exibindo a postura de falarmos de tudo e, até, de tudo estabelecer conceitos, pelo facto de andarmos tão cheios de nós mesmos que nos elevamos como se fôssemos balões vaidosos.E de tal modo assim é, que nos esquecemos que basta um furo na nossa vaidade para esvaziar o balão que somos. Senhor, tem paciência comigo se um dia me vires atrás da corrente do mundo fura a vaidade do meu balão. Faz de mim o aprendiz que devo ser. Hoje e sempre. Aprendiz, mas com o desejo de saber coisas grandes, como esta, de sendo fraco como sou, só Contigo – como disse o Teu Apóstolo – é que serei forte. E isso, eu quero ser! Teodoro A. Mendes

Sagrado Coração de Jesus...

Sagrado Coração de Jesus que tanto nos amais, fazei que eu Vos ame cada vez mais!

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