Tempos livres

terça-feira, 23 de junho de 2009

Parece que somos todos mestres...

Senhor,
Se fôssemos mestres em todas as ciências, incluindo a Tua, onde estariam os que deveríamos ensinar? Mas vê bem, Senhor, a nossa toleima.

Vivemos um tempo, em que parece, que somos todos mestres, exibindo a postura de falarmos de tudo e, até, de tudo estabelecer conceitos, pelo facto de andarmos tão cheios de nós mesmos que nos elevamos como se fôssemos balões vaidosos.E de tal modo assim é, que nos esquecemos que basta um furo na nossa vaidade para esvaziar o balão que somos.

Senhor, tem paciência comigo se um dia me vires atrás da corrente do mundo fura a vaidade do meu balão.

Faz de mim o aprendiz que devo ser.
Hoje e sempre.

Aprendiz, mas com o desejo de saber coisas grandes, como esta, de sendo fraco como sou, só Contigo – como disse o Teu Apóstolo – é que serei forte.

E isso, eu quero ser!

Teodoro A. Mendes

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