
Francisco de Assis foi considerado um "louco" porque eram duras as suas palavras, e incómodos os seus ensinamentos, mas para ele, os juízos dos homens pouco interessavam. Ele que foi um apaixonado pela Natureza, em tudo via um irmão, o irmão Sol, a irmã lua, a irmã Natureza... Porque também estes seres são frutos da criação divina.
Tenho diante de mim o Cristo de São Damião, uma cópia desse crucifixo singular diante do qual Francisco rezava quando Lhe falaste. E não é só o teu rosto que procuro, mas também o coração desse homem que te amou com tanta paixão.
Estranhamente a memória do Santo de Assis, tão radical, tão único, tão polémico, tão incómodo no seu tempo, parece estar na moda...
É invocado em nome da Paz e também de todas as tolerâncias, é lembrado pelo amor à natu-reza, e dele se apropriam todas as formas de ecologia. É elogiado pela pobreza e serve de bandeira a todos os combates à riqueza, mesmo os mais burgueses.
Só não se fala do centro da sua vida, esse seu tão único amor por ti que era o norte de todos os seus actos, de todas as suas escolhas, de todos os seus passos. Só não se fala dessa pertença intei-ra e comovia à Tua Igreja, que ele amou como Tua e sua casa, que serviu e seguiu, que reconstruiu por dentro como lhe pediste.
Só não se fala da violência da sua luta contra o pecado, contra as fraquezas da sua natureza apaixonada e acesa, dos nãos que a vida lhe exigiu.
Tenho diante de mim o Cristo de São Damião e trago-o comigo todos os dias para ver se Te oiço como Te ouviu Francisco, para ver se me lanço na construção da Tua Igreja, com a mesma chama e desassombro. Para ver se aprendo a amar-Te até seres alma e sangue e vida em mim, como o foste para o Santo de Assis.
Tenho diante de mim o Cristo de São Damião, uma cópia desse crucifixo singular diante do qual Francisco rezava quando Lhe falaste. E não é só o teu rosto que procuro, mas também o coração desse homem que te amou com tanta paixão.
Estranhamente a memória do Santo de Assis, tão radical, tão único, tão polémico, tão incómodo no seu tempo, parece estar na moda...
É invocado em nome da Paz e também de todas as tolerâncias, é lembrado pelo amor à natu-reza, e dele se apropriam todas as formas de ecologia. É elogiado pela pobreza e serve de bandeira a todos os combates à riqueza, mesmo os mais burgueses.
Só não se fala do centro da sua vida, esse seu tão único amor por ti que era o norte de todos os seus actos, de todas as suas escolhas, de todos os seus passos. Só não se fala dessa pertença intei-ra e comovia à Tua Igreja, que ele amou como Tua e sua casa, que serviu e seguiu, que reconstruiu por dentro como lhe pediste.
Só não se fala da violência da sua luta contra o pecado, contra as fraquezas da sua natureza apaixonada e acesa, dos nãos que a vida lhe exigiu.
Tenho diante de mim o Cristo de São Damião e trago-o comigo todos os dias para ver se Te oiço como Te ouviu Francisco, para ver se me lanço na construção da Tua Igreja, com a mesma chama e desassombro. Para ver se aprendo a amar-Te até seres alma e sangue e vida em mim, como o foste para o Santo de Assis.
MF
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